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NO CAMINHO DAS PEDRAS



O caminho faz-se e é feito de possibilidade. Constrói-se no (des)encontro, na sobreposição entre pessoas e os momentos, a marca da sua (co)existência. O caminho percorrido e os caminhos não percorridos, a experiência e o potenciar da experiência. Um jogo de escolhas e de omissões.


Também a palavra é extensível para além de uma só materialização ou variação interpretativa. Gravada na pedra (/no papel, /no ecrã) é embebida de tempo, de permanência, renovada pelo leitor, a cada leitura.


O Caminho das Pedras desdobra-se no tempo, de cada passo, (de)formando-se, contudo, num só percurso; um só poema, escrito além-tejo e em (des)compasso.


//O tempo guarda-se além-tejo, rosa mármore, do entardecer, frio austero, de tão belo, irreal, digital. Os menires, os castelos, existem para recordar-nos de que tudo fico e que tudo se esvai, no caminho das pedras.//


AUTHORS: Ana Gago, Diogo Marques, João Santa Cruz, wr3ad1ng d1g1t5

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NO CAMINHO DAS PEDRAS